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  • Dra. Tielle Machado

INGLATERRA TOMA AÇÃO CONTRA O EXCESSO DE MEDICAÇÃO NO AUTISMO



"O NHS - Serviço Nacional de Saúde da Inglaterra - pede aos profissionais de saúde que assinem a promessa de ajudar a eliminar o excesso de medicação para pessoas que vivem com autismo e dificuldades de aprendizagem."

Autistas estão recebendo excesso de medicação.


O Projeto Nacional STOMP (Stopping Over Medication of People with a Learning Disability, Autism or Both - Parando com a Medicação Excessiva de Pessoas com Deficiência de Aprendizagem, Autismo ou Ambos), apoiado pela Royal Pharmaceutical Society da Inglaterra, busca alternativas às prescrições de drogas psiquiátricas desde 2017.





Conforme publicado pela revista The Pharmaceutical Journal, o Serviço Nacional de Saúde da Inglaterra (NHS) vem empenhando-se em conscientizar médicos e cortar o uso a longo prazo das drogas psicotrópicas, que podem levar a um ganho significativo de peso, e efeitos colaterais que podem comprometer a saúde da pessoa.


Estudos revisados pelo NHS apontam que uma parcela significativa de pessoas com deficiência de aprendizagem, autismo ou ambos recebem prescrições de um antipsicótico, um antidepressivo ou uma combinação dos medicamentos, sem justificação clínica adequada.


Os medicamentos psicotrópicos afetam o funcionamento do cérebro e os autistas têm maior probabilidade de receber esses medicamentos do que outras pessoas. Não é seguro mudar a dose desses medicamentos ou parar de tomá-los sem a ajuda de um médico.


De acordo com John Trevains, chefe do Departamento de Saúde Mental e Deficiência de Aprendizagem do NHS, os profissionais de saúde possuem um papel muito importante para impedir a prescrição excessiva dessas drogas poderosas. “É realmente importante que as pessoas só recebam medicação psicotrópica quando todas as outras abordagens forem consideradas”, disse ele. E ainda completa: “Todos, incluindo a pessoa com deficiência de aprendizagem, autismo ou ambos, e suas famílias, precisam estar envolvidos na tomada de decisão e esclarecer por que tal medicamento é necessário.”


Aqui no Brasil, o Ministério da Saúde faz recomendação similar e também alerta para o excesso de prescrições de drogas psiquiátricas, muitas vezes desnecessárias (fonte: Boletim Brasileiro de Avaliação de Tecnologias em Saúde).


Essa matéria reforça o que há anos digo aqui: a importância de saber identificar e tratar as comorbidades no autismo para reduzir esse excesso de medicação no autismo e TDAH.

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Sds,

Dra Tielle Machado

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📚 REFERÊNCIAS:

The Pharmaceutical Journal


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